Beatriz de Oliveira Silva, nasceu no ano de 2000, na cidade de Vila Nova de Gaia e estuda, atualmente, na cidade do Porto na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Beatriz, acabou o secundário com o Nível IV de técnico de design de moda e encontra-se no último ano de Licenciatura de Artes plásticas na vertente de Escultura.
Durante o seu percurso académico, expôs coletivamente na “Fábrica de Santo Thyrso”, no âmbito da unidade curricular de Escultura II e individualmente na montra “Entre” no âmbito da unidade curricular de Arte e Espaço.
À posteriori, fez parte da equipa técnica do “Atelier (A)diabático” coordenado pelo professor Alexandre A. R. Costa.
A partir de 2019, Beatriz descobriu o seu interesse pela escultura e desde então usa-a para refletir sobre as suas inquietações pessoais e através de matérias como a madeira, o vidro e a resina que estão muito presentes na maioria dos seus trabalhos.
Essencialmente, Beatriz interessa-se sobre temáticas como casa/lar e memória e a partir deles procura levantar questões sobre a pertinência e o impacto da origem de cada ser, no público que observa os objetos artísticos.
Após término da licenciatura, atualmente, trabalha como auxiliar educativa no Clarabóia – Atelier de Expressão Plástica para Crianças.
Declaração de artista
Os objetos artísticos que crio exploram o conceito de casa/lar, partindo, não da conceção pré-definida destes conceitos que os limita ao local de uma habitação, mas antes daquilo que será o meu entendimento da sua definição. A meu ver estes conceitos são bem mais expansivos, eles extravasam as paredes e o teto e podem até mesmo não serem associados a um espaço. A minha definição de casa/lar é alargada a conceitos como família, amigos e vizinhos, e, claro, ao ambiente que as envolve, seja ele citadino, urbano ou rural.
Como a minha casa se insere num lugar ribeirinho, utilizo matérias como o vidro, a resina e a madeira por me lembrarem a minha casa.
A partir da tridimensionalidade, penso sobre o que me rodeia e onde me insiro e que impacto é que o ambiente onde cresci tem naquilo que sou, e tento chegar aos outros de forma que reflitam sobre onde se inserem, sobre aquilo de que se fazem rodear todos os dias e sobre a importância disso mesmo.
Sobre
Beatriz de Oliveira Silva, nasceu no ano de 2000, na cidade de Vila Nova de Gaia e estuda, atualmente, na cidade do Porto na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Beatriz, acabou o secundário com o Nível IV de técnico de design de moda e encontra-se no último ano de Licenciatura de Artes plásticas na vertente de Escultura.
Durante o seu percurso académico, expôs coletivamente na “Fábrica de Santo Thyrso”, no âmbito da unidade curricular de Escultura II e individualmente na montra “Entre” no âmbito da unidade curricular de Arte e Espaço.
À posteriori, fez parte da equipa técnica do “Atelier (A)diabático” coordenado pelo professor Alexandre A. R. Costa.
A partir de 2019, Beatriz descobriu o seu interesse pela escultura e desde então usa-a para refletir sobre as suas inquietações pessoais e através de matérias como a madeira, o vidro e a resina que estão muito presentes na maioria dos seus trabalhos.
Essencialmente, Beatriz interessa-se sobre temáticas como casa/lar e memória e a partir deles procura levantar questões sobre a pertinência e o impacto da origem de cada ser, no público que observa os objetos artísticos.
Após término da licenciatura, atualmente, trabalha como auxiliar educativa no Clarabóia – Atelier de Expressão Plástica para Crianças.
Declaração de artista
Os objetos artísticos que crio exploram o conceito de casa/lar, partindo, não da conceção pré-definida destes conceitos que os limita ao local de uma habitação, mas antes daquilo que será o meu entendimento da sua definição. A meu ver estes conceitos são bem mais expansivos, eles extravasam as paredes e o teto e podem até mesmo não serem associados a um espaço. A minha definição de casa/lar é alargada a conceitos como família, amigos e vizinhos, e, claro, ao ambiente que as envolve, seja ele citadino, urbano ou rural.
Como a minha casa se insere num lugar ribeirinho, utilizo matérias como o vidro, a resina e a madeira por me lembrarem a minha casa.
A partir da tridimensionalidade, penso sobre o que me rodeia e onde me insiro e que impacto é que o ambiente onde cresci tem naquilo que sou, e tento chegar aos outros de forma que reflitam sobre onde se inserem, sobre aquilo de que se fazem rodear todos os dias e sobre a importância disso mesmo.